(Vanellus chilensis)

MAL ENTENDIDO
Era um dia normal de trabalho, como qualquer outro dia normal de trabalho pode tentar ser. Tudo ia transcorrendo da forma mais calma e pacata possível, como a muito tempo não se via por ali.
Era tudo de bom que se podia esperar, para uma tarde de sexta feira. Um final de semana chegando, um sol redondinho lá fora e o trabalho calminho, calminho.
Tudo iria ser assim, se; e infelizmente sempre há um “se”, aquele acéfalo representante de animal alado, não resolvesse entrar pela nesga da vidraça entreaberta e após algumas demonstrações de piruetas aéreas e vôos rasantes, de fazer inveja a nossa gloriosa esquadrilha da fumaça, acabasse pousando catastroficamente, bem no meio do decote acentuado da infeliz da secretaria sentada tranquila em sua mesa de trabalho.
Vale dizer aqui, que a mencionada, senhorita, era possuidora de dotes físicos perfeitamente esculpidos e ate de certo modo digamos proeminentes e que eram deixados à mostra pelo também citado decote, que era parte integrante de um diminuto vestidinho preto.
E o animal, resolveu cair exatamente ali, onde a grande maioria dos funcionários dali, dariam um pé direito, para acabar caindo.
A moça deu um pulo, um grito seco, e pois-se de pé, tentando desesperadamente, livrar-se daquele feliz intruso.
Nisso seu Zezinho, o senhor encarregado de nos trazer o que ele chama de café, entra na sala, na porta próxima a esbaforida moçoila, e vê a cena; ela em pé, com a mão arregaçando o decote, balançando aqueles... Bom, balançando... E gritando nessas alturas , já bastante alto:
-Tiraaaa, tira o bicho daí!
Seu Zezinho, não pensou duas vezes, baixou o zíper da sua calça e num movimento rápido tirou o “bicho” pra fora...
Coitado, foi demitido por justa causa.
Vale dizer aqui, que a mencionada, senhorita, era possuidora de dotes físicos perfeitamente esculpidos e ate de certo modo digamos proeminentes e que eram deixados à mostra pelo também citado decote, que era parte integrante de um diminuto vestidinho preto.
E o animal, resolveu cair exatamente ali, onde a grande maioria dos funcionários dali, dariam um pé direito, para acabar caindo.
A moça deu um pulo, um grito seco, e pois-se de pé, tentando desesperadamente, livrar-se daquele feliz intruso.
Nisso seu Zezinho, o senhor encarregado de nos trazer o que ele chama de café, entra na sala, na porta próxima a esbaforida moçoila, e vê a cena; ela em pé, com a mão arregaçando o decote, balançando aqueles... Bom, balançando... E gritando nessas alturas , já bastante alto:
-Tiraaaa, tira o bicho daí!
Seu Zezinho, não pensou duas vezes, baixou o zíper da sua calça e num movimento rápido tirou o “bicho” pra fora...
Coitado, foi demitido por justa causa.


















































